- Merec
er confiança - No início do acampamento você irá conhecer os seus companheiros não apenas de acampamento, mas companheiros de enfrentar os desafios. Confie neles e mereça a confiança deles, assim a atividade será muito mais animada e fácil de encarar. - Ser leal e respeitar a verdade - Nesta atividade você aprender a ser leal e respeitar a verdade, porém não com os outros mas sim consigo mesmo. Você precisa respeitar a sua verdade, aprendendo os seus limites e testando-os. É um momento de se conhecer um pouco mais.
- Servir o próximo em todas as ocasiões - Cada pessoa possui o seu limite, procure respeitar isto e ajudar quem está precisando. Muitas vezes uma palavra de apoio ou uma conversa para distrair durante a caminhada já fará toda a diferença.
- Valorizar a estima e amizade - Uma das principais mágicas bandeirantismo são as incríveis amizades de todos os cantos que encontramos dentro do MB. E sabe porque estas amizades são tão verdadeiras? Pois todos os jovens que estarão nesta atividade acreditam exatamente na mesma visão de vida que você! VALORIZE ISTO.
- Ser amável e cortês - Este é um desafio! O corpo estará dolorido, a cabeça estará cansada e mesmo assim você precisa ser amável e cortês com os seus companheiros de caminhada. Muito do nosso preparo precisa ser psicológico, de manter a mente tranquila e manter o bom humor.
- Ver Deus na criação e preservar a natureza - A natureza estará por todos os lados e todo dia será uma paisagem diferente. Você precisa tirar pelo menos 5 minutos do seu dia para simplesmente olhar ao redor, apreciar a beleza que Deus construiu e respirar fundo o ar puro de toda aquela natureza.
- Saber obedecer - Aquele pessoal da INFRA passou meses organizando as atividades para você, tiveram todo o cuidado e pensaram em todos os detalhes para que o seu CIGGA ficasse marcado na memória. Ouça-os, pois muitas vezes eles darão dicas muito importantes para o bem estar da atividade.
- Enfrentar alegremente todas as dificuldades - Esta nem é necessário dizer muita coisa. Dificuldades não irão faltar nesta atividade e a diferença será a forma que você irá encará-las, se será com aquele pensamento de 'não consigo, não posso' ou se será com aquele sorriso no rosto e pensamento positivo. Uma dica: nos momentos mais difíceis, CANTE! Pode ser música bandeirante ou não, mas cantar renova as nossas energias.
- Usar os recursos com sabedoria - Esta lei iremos precisar principalmente na hora de preparar a nossa mochila, pense quais recursos serão realmente necessários e elimine o resto. Quanto menos peso você carregar mais tranquila será a sua caminhada.
- Agir, pensar e ser coerente com os valores éticos - Antes de agir sempre pense no que será melhor para o bem comum dos seus companheiros de caminhada e do bem estar da atividade.
domingo, 11 de dezembro de 2011
CIGGA - Depoimento de um sobrevivente!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Juntos pelas crianças! Juntos contra a AIDS!!!
Para obter Zero - Dia Mundial da SIDA 2011
· Recentemente cerca de 1000 crianças são infectadas pelo HIV;
· Principalmente durante a gravidez, o parto ou a amamentação;
· Sem ajuda Muitos irão morrer em seu segundo aniversário;
· Nós queremos reduzir esse número para zero;
· Nós queremos uma geração livre da AIDS;
· Prevenindo novas infecções é a chave!
· Uma maneira é ajudando mãe que vivem com AIDS a proteger seus filhos do vírus;
· São 5 Passos:
1. 1 - Fazer o teste nas mulheres de HIV na primeira consulta de pré-natal;
2. 2 - Tratar e aconselhar pessoas que vivem com HIV;
3. 3 - Assegurar que mãe e bebes tenham o cuidado correto;
4. 4 - Dar aos bebes os medicamentos preventivos que eles precisam.
5. 5 - Fazer o teste nas crianças com até 6 semanas de vida;
· Mas há outra maneira de proteger os bebes do vírus;
· Assegurar que suas mães não estejam infectadas em primeiro lugar!
· Dando aos jovens o conhecimento e os recursos necessários;
· É assim que vamos conseguir uma geração livre da AIDS;
· Juntos pelas crianças, juntos contra a AIDS!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
AIDS: Como ela entrou na minha vida - Texto enviado por: Laura Pra Baldi (GA - SC).
Eu sabia dos riscos. Sempre soube. Não foi falta de aviso. Foi, como eu disse antes, a nossa mania de achar que somos imortais, que somos inabaláveis.
Nunca vou saber exatamente o dia que peguei o vírus, mas desconfio. Tinha aquela menina que fazia parte da galera e que, há anos, mexia comigo. Era aquela coisa de olhar e sentir arrepio no corpo. Moça jeitosa, delicada, cheia de dinheiro, linda e intensa como eu. O sexo era aquela coisa inexplicável, de parar o mundo e pedir pra descer de tanto prazer. A gente transava no banheiro da faculdade, no bar, na rua, atrás do ponto de ônibus. Com ela, camisinha estava fora de questão. Era bom demais pra colocar um plástico entre a gente. Até que ela se mudou de cidade, sumiu, perdemos contato.
Três anos depois, fiquei sabendo por amigos que ela tinha descoberto que estava com AIDS. Nunca vou saber se eu passei para ela ou se foi ela quem passou para mim. E isso hoje também nem importa.
Fiquei sabendo da notícia e mesmo assim, não fui fazer o teste. Não queria abrir margem para uma constatação que podia acabar com a minha vida. Eu sempre fui do pensamento que “só tem AIDS quem faz exame.” A verdade é que estava tremendo de medo por dentro. Uns tempos depois, peguei uma gripe que me derrubou. Não sei ao certo se a culpa foi da imunidade baixa causada pelo vírus, mas não consegui mais lidar com a dúvida. Fiz o exame. O dia de pegar o resultado foi o pior da minha vida. Não dormi na noite anterior. Suava frio. Tinha pesadelos. Cheguei ao laboratório e uma moça me entregou o envelope sem nem ter ideia que, o que estava escrito lá dentro, poderia ser o fim pra mim. Abri e vi o que minha intuição já me dizia. Reagente.
Estava contaminado. A coisa que achei que nunca aconteceria comigo, aconteceu.
Fiquei dois dias paralisado. Não voltei pra casa. Fui pra praia e passei um dia inteiro olhando o mar. Não comi nada. Adormeci na areia, sozinho. Até então, nem uma lágrima tinha caído. Eu não tinha conseguido digerir a informação ainda. No dia seguinte, liguei para um amigo e contei a notícia. Só quanto pronunciei pela primeira vez as palavras “EU SOU SOROPOSITIVO” que a ficha caiu. Desabei de chorar. Sentei na calçada, sem forças. Amigos tiveram que ir me resgatar. Sentia um misto de culpa, de vergonha, de um medo mortal. A vida me dava pena. Olhava para todos os lados e pensava que o mundo continuava, que a vida continuava a mesma para todo mundo. Ninguém iria parar para sentir a minha dor, dor essa que era só minha. Senti uma humildade sem tamanho e só assim percebi como a gente é pequeno no mundo.

Hoje já faz dois anos que soube do diagnóstico.
Sigo minha vida “normalmente” dentro das possibilidades. Trabalho. Estudo. O mais difícil é a rotina dos remédios diários. Eles são muitos, são fortes, causam efeitos colaterais. E resistir é extremamente difícil. Hoje entendo aqueles que largaram o tratamento. É duro ter que continuar tomando uma coisa que sabe que vai te dar cólicas, diarréias, manchas na pele, perda de memória, urticária, mudança na hidratação da pele, gosto metálico na boca. Todo dia. Diversas vezes por dia. Minha única motivação é o medo diário de morrer.
Contei pra pouca gente – amigos, familiares mais próximos, ex-namoradas. No trabalho ninguém sabe. A lei garante o direito de privacidade aos soropositivos que não querem falar sobre sua a doença. Nunca mais transei sem camisinha e nem deixei de contar sobre a minha condição para uma possível parceira. Muitas delas somem. Têm medo mesmo sabendo que a camisinha é totalmente eficaz na prevenção do contágio. Eu não as julgo, talvez faria o mesmo por falta de informação e pelos tabus que rondam a doença. Hoje transo muito pouco. Quase nada, pra falar a verdade. Ainda não consegui superar a repulsa que o sexo me causou depois que descobri que tinha sido contaminado. Talvez isso passe algum dia. Ou não. E hoje penso que ironicamente a camisinha que tanto odiava, hoje é a única coisa que me permite ainda ter uma vida sexual, mesmo que rara. Minha rival hoje é minha aliada.
A doença me fez crescer. Me fez amadurecer na marra. Me ensinou disciplina, auto-controle. Hoje tenho arrepios só de ouvir histórias de pessoas que transam sem camisinha, como eu fazia. Sei que conselhos nem sempre funcionam – eu mesmo sempre fui aconselhado e só aprendi quando caí de cara no chão – mas se pudesse dar uma informação valiosa para os que são saudáveis, seria que sexo nenhum, por mais gostoso que seja no momento, compensa uma vida inteira transformada. Hoje, somente agradeço. Agradeço a chance de estar vivo. Agradeço cada um dos dias porque sei que eles são presentes. A vida não para. E a luta continua – eternamente.

domingo, 14 de agosto de 2011
Representante Brasileira
Depoimento da Isis Domingues – FBB/SP em Atividade Internacional da Associação Mundial de Bandeirante representando o nosso Brasil:
“Olá! Eu sou a Isis do Brasil. E eu gostaria de lhes dizer que o status da mulher na nossa sociedade também reflete em como elas irão agir com os seus filhos. Então, vamos terminar com a violência contra a mulher e assim poderemos garantir um melhor futuro para os nossos filhos!”
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Campanha “Pare com a Violência”
29 de Julho de 2011
A Associação Mundial de Bandeirantes está em parceria com as Nações Unidas como parte da campanha “Pare a Violência. Pronuncie-se pelos direitos das mulheres”.

A Associação Mundial e a ONU da Mulher irão criar um manual que irá capacitar garotas e jovens mulheres a entender os seus direitos, desenvolver habilidades e reinvidicar pelos seus direitos. Este será o primeiro manual global destinado ao problema de violência contra garotas e jovens mulheres e o projeto piloto será desenvolvido em pelo menos 20 países até o fim de 2012.
Acrescente a sua voz na Campanha “Pare a Violência. Pronuncie-se pelos direitos das mulheres”.
Tradução de Trecho da página da WAGGGS: http://www.wagggsworld.org/en/news/21277
domingo, 7 de agosto de 2011
Um casal de gênios
“Quem vive o Movimento Bandeirante com intensidade há de convir comigo que ele foi iniciado por um casal de gênios e pessoas muito humanas.” Retirado do Livro Colcha de Retalhos do Irmão Bonifácio.
E tem como viver o MB sem intensidade? Tem como não se render a este Movimento que muda tantas vidas? Não é por nada que dizemos ‘Uma vez Bandeirante, sempre Bandeirante’, dizemos isto porque uma vez apresentados a este estilo de vida, não temos como não nos apaixonar e vivenciar isto todos os dias!
Todos temos motivos para nos afastar – alguns de nós inclusive se afastam (assim como este Blog esteve fora de ativa) – mas uma vez que passamos por este movimento mudamos a nossa forma de ver e viver a vida!
Então neste início de Semana Bandeirante, gostaria que todos nós parassemos um minuto e pensassemos naquele momento especial e inesquecível dentro do MB: um cerimonial em volta da fogueira, aquela amizade para a vida toda, aquela viagem para um local diferente, aquela canção de despedida que nos fez chorar, aquela brincadeira que amavamos quando eramos ciranda ou aquela sensação de missão cumprida depois de darmos o nosso SERVIR!
Vamos aproveitar esta data para lembrar destes momentos que vivemos com intensidade e agradecer ao casal de gênios que nos uniu neste ideal: Muito Obrigada Robert e Olave Baden-Powell por mudarem nossas vidas!
Vanessa Fiuza